sexta-feira, abril 08, 2005

dia noventa : 90 : deonto[b]logia

o que se entende por ética bloguística?

7 comentários:

O Micróbio disse...

Já que a deontologia passa sobretudo pelo conjunto de deveres que impõe aos profissionais o cumprimento da sua função, podia-se começar por assinar os posts com o nome verdadeiro. Enquanto isto não for feito, não vale a pena falar em deonto(b)logia!

Arroz de Estragão disse...

Mas para que é preciso a ética nos blogues?

Acho que a vantagem é precisamente o facto de um tipo poder contornar muitos dos atritos burocráticos que existem em outros veículos de expressão.

Cumprimentos.

Filipe Nascimento disse...

Arte do devaneio....sem insulto nem devassa da vida privública!!

pipetobacco disse...

{ ... pelo que vejo [sinto] [não se entende pq] não existe © exactu ... }

Fernando Moreira disse...

a blogosfera só pode ser um espaço de liberdade, total, absoluta.

FDV disse...

penso que a questão profissional [ainda?] não se deve colocar na blogosfera.

contornar atritos será uma mais-valia.

[quase]arte do devaneio. total e absoluta liberdade não sei se existe.

obrigado pela colaboração neste post [será isto ética bloguística?]. cumprimentos.

Andreia disse...

Queria só dizer que a deontologia não se impõe a um profissional. A deontologia, tal como a ética são passíveis de serem seguidas ou não. Mas desde sempre que se fala de uma ética, ou seja conjunto de valores que parecem ser os mais apropriados a serem seguidos. Contundo, acho prudente distinguir-se entre Ética e Deontologia. Pode sim falar-se numa ética bloguística porque todos seguem um determinado padrão de valores que, apesar de não estarem escritos em lado nenhum, são institucionalmente aceites. Mas duma deontologia bloguística, acho mais difícil, pelo menos no meu parecer. Ninguém sobrevive escrevendo na blogosfera, por isso não se pode compreender que um blogue seja um emprego. Desta forma, a Deontologia, que se aplica às profissões, apesar de não imposta, nao se poderá, ainda, aplicar aos blogues.

Foi uma boa pergunta que de certeza, mais tarde ou mais cedo, irá suscitar discussões melhor fundamentadas.